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sábado, 30 de setembro de 2017

CALÇADA DA FIESP FICA COR-DE-ROSA PARA COMBATER O CÂNCER DE MAMA



crédito: divulgação


E para destacar a importância da prevenção da doença, o Instituto Arte de Viver Bem e o ComSaude realizam maratona de atividades


O Instituto Arte de Viver Bem (IAVB) se uniu com o Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia (ComSaude) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e à Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para um dia inteiro de eventos em pleno coração de São Paulo, no dia 3 de outubro. A ideia é chamar atenção para a importância da prevenção, da realização da mamografia e para os fatores de risco da doença.

Quase 58.000 mulheres receberão o diagnóstico de câncer de mama até o fim deste ano no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). A estimativa é que, anualmente, a doença mate 14.206 mulheres no país.

Em meio a números realmente alarmantes, há uma boa notícia a ser divulgada! Se o câncer de mama for diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 95% na maioria dos casos. Por este motivo, ao IAVB e a SBM montarão uma estrutura na calçada da Fiesp, em plena Avenida Paulista, com muitas atividades.

O ônibus rosa do IAVB, chamado de Circuito Casa da Mulher, oferecerá gratuitamente os serviços de manicure, maquiagem e aulas de amarração de turbantes e doação de lenços para as pacientes que participarem das atividades. No espaço +Saúde, médicos vão tirar as dúvidas da população. A parceria FIESP e IAVB também disponibilizará folhetos informativos sobre os direitos da mulher com câncer e as formas de prevenção da doença.

Entre as atrações da campanha do Outubro Rosa 2017, o IAVB vai montar um ringue de boxe/muay thai para quem quiser arriscar socos no Bob, uma forma lúdica de combater o câncer de mama; além de aula de alongamento e funcional. E o alto astral do dia está garantido com muita música! Às 12h30, o grupo musical Groove Samba fará um show superdançante que promete agitar a terça-feira na Avenida Paulista; e no fim da tarde, às 16h30, a cantora Paulah Gauss encerrará o evento com muito estilo.


Sobre o +Saúde

O "+Saúde – programa de prevenção e educação" é uma iniciativa do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia da Fiesp (ComSaude). Seu objetivo é promover campanhas de educação e conscientização com entidades ligadas ao Comitê, que têm como foco de suas atividades a atenção ao paciente.

O serviço de utilidade pública acontece todos os meses na calçada em frente à Fiesp. Durante o ano são trabalhados diferentes assuntos importantes relacionados à saúde que são pauta contínua de discussão, como o diabetes, hipertensão e doação de sangue e órgãos, por exemplo.

O +Saúde conta com a participação de parceiros voluntários, que representam instituições sem fins lucrativos, sociedades de profissionais da saúde, entidades setoriais, hospitais, profissionais da saúde e empresas do setor.

"Esta ação demonstra o compromisso da Fiesp com a saúde da população, priorizando a informação e a educação como formas de melhoria da saúde. O objetivo do ComSaude é fazer com que os domingos na Paulista sejam não só um espaço para o lazer, mas também um ambiente de orientação e conscientização do cidadão, que passa a entender que a prevenção é o melhor caminho para uma vida saudável", explica Ruy Baumer, diretor-titular do ComSaude.





Por que o uso pesado de álcool por idosos é tão perigoso?



No Dia Nacional do Idoso, CISA chama atenção para as consequências do consumo de bebidas alcoólicas na terceira idade


As complicações de saúde são o maior temor sobre o envelhecimento para 77% dos brasileiros, segundo pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest, e essa preocupação faz sentido. Além das doenças comuns em pessoas acima de 60 anos, outro tema chama a atenção dos profissionais da área da saúde: o uso de álcool. O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (CISA), organização não governamental que se destaca como fonte de informação sobre saúde e álcool, reforça o alerta sobre as consequências do consumo pesado de álcool nessa faixa etária neste Dia Nacional do Idoso, comemorado no dia 1º de outubro.

“Os idosos tendem a sofrer de problemas emocionais, sociais e de saúde, como: viuvez, solidão, perda de amigos, aposentadoria, dor crônica, insônia, depressão e ansiedade. Estes fatores podem aumentar o risco de uso pesado de bebidas alcoólicas como uma maneira de lidar com esses problemas, pois o álcool tem um efeito depressor do Sistema Nervoso Central, provocando relaxamento, sono e sensação de prazer”, destaca o Presidente Executivo do CISA, Dr. Arthur Guerra.

O envelhecimento da população brasileira e o consumo de álcool de maneira excessiva e frequente entre idosos têm colocado em alerta os profissionais de saúde. Uma pesquisa nacional demonstrou que 12% dos entrevistados com mais de 60 anos foram classificados como bebedores pesados (mais de 7 doses/semana), 10,4% como bebedores pesados episódicos (mais de 3 doses em uma única ocasião) e quase 3% foram diagnosticados como dependentes.

O perigo do consumo pesado de álcool nessa faixa etária está atrelado a fatores do próprio envelhecimento, como alterações no organismo e comportamentais. Mudanças fisiológicas e da composição corporal aumentam a sensibilidade ao álcool, ou seja, com a mesma quantidade de álcool, o idoso atinge uma alcoolemia maior do que os jovens. Isso porque pode ocorrer modificação da capacidade de metabolização hepática e função renal, além de maior tendência à desidratação.

O excesso de ingestão de álcool também pode agravar doenças como diabetes, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca congestiva, problemas hepáticos, osteoporose, problemas de memória, distúrbios do humor, e levar a quadros depressivos, de irritabilidade, confusão mental e deficiências nutricionais, desencadeando doenças neurológicas e demenciais.

Outra questão de destaque é que o uso de álcool concomitante com medicamentos, fato comum na terceira idade, aumenta o risco de interferência nos efeitos do medicamento, com redução da eficácia ou intensificação dos efeitos. Já sua ingestão com outros depressores do Sistema Nervoso Central (tranquilizantes, anti-histamínicos, ansiolíticos, analgésicos, antidepressivos) faz com que certos efeitos sejam exacerbados, como sedação, sonolência, perda de coordenação motora e de memória. “Isso expõe o indivíduo idoso a maior risco de queda, acidentes, intoxicação e até mesmo morte”, afirma o Presidente Executivo do CISA, que lembra que mesmo não sendo ingeridos ao mesmo tempo, é possível ocorrer interação, pois alguns remédios demoram para ser absorvidos ou seus efeitos são prolongados.

Precisamos ser realistas em relação a esse novo cenário: o Brasil está envelhecendo duas vezes mais rápido que a média mundial, se a taxa atual se mantiver, segundo aponta o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A saúde é um ponto nevrálgico para essa população e, como destaca o CISA, o consumo de álcool entre os idosos merece atenção urgente e evidencia a necessidade de desenvolvimento de campanhas de conscientização e políticas públicas para a identificação e a prevenção do consumo abusivo de álcool.



Sobre o CISA
O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, organização não governamental criada em 2004 e qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) desde 2005, consolidou-se como a maior fonte de informações no país sobre o binômio álcool e saúde. Fundado pelo psiquiatra e especialista em dependência química Dr. Arthur Guerra de Andrade, o CISA está comprometido com o avanço do conhecimento nessa área e encoraja a adoção de medidas para prevenir o uso nocivo de álcool e suas consequências, por meio de parcerias e elaboração de materiais educativos e de prevenção, com transparência e rigor ético na obtenção e divulgação de conhecimento atualizado e imparcial. Seu website (www.cisa.org.br) destaca-se por seu banco de dados de alta qualidade, reunindo publicações científicas reconhecidas no cenário nacional e internacional, dados oficiais (governamentais) e informações de qualidade publicadas em jornais e revistas sobre o álcool e suas relações com o corpo, a mente e a sociedade.




1º de outubro – Dia Nacional do Idoso



Com o aumento da população, cresce a demanda por ajustes no lar

Adaptações nos ambientes tornam a casa mais segura e colaboram para evitar quedas


A média de idade da população brasileira cresceu consideravelmente nos últimos anos. Dados do IBGE mostram que, em 1980, a cada 100 brasileiros, apenas seis tinham mais de 60 anos. Atualmente, este número saltou para 14 a cada 100.

Dados da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) apontam: a queda é o acidente doméstico mais comum entre os idosos e responsável por 70% das mortes de pessoas acima dos 75 anos. Ao menos 30% da população com mais de 65 anos sofre uma queda por ano. Destes, de 40% a 60% sofrem algum tipo de lesão. Outro ponto alarmante é a reincidência: aqueles que sofreram pelo menos uma queda apresentam risco elevado de uma nova, entre 60% e 70%.

O panorama despertou a atenção do segmento de arquitetura e decoração como as profissionais Ana Yoshida, Cris Paola e o escritório KTA Arquitetura, além da Duravit, empresa líder internacional na fabricação de louças, móveis e acessórios. Nesse contexto, profissionais e fabricantes trabalham em soluções para facilitar o dia a dia dos idosos.


Dicas para um lar mais seguro

Nas salas e nos quartos, o ideal é não ter tapetes. Mas, por se tratar de um item praticamente universal nas residências, o recomendado é prender as pontas com fitas, bem esticadas, embaixo dos móveis. Mesas de centro diminuem o espaço de circulação e podem ser trocadas por mesas de canto.

“Sem mesas de centro, a passagem para outros cômodos fica mais livre”, explica Cris Paola.



(Projeto: Studio Cris Paola – Foto: Hamilton Penna)


Modelos um pouco mais altos de sofás e camas facilitam as ações de levantar e deitar. “Esse cuidado colabora para que a pessoa não perca a referência visual”, afirma Ana Cristina Tavares, sócia da KTA Arquitetura.  Com a movimentação no período da noite, também é recomendável considerar um tipo de iluminação noturna e suave para iluminar o caminho até o banheiro ou a cozinha, por exemplo.


Quarto com camas mais altas e com luminárias nas laterais (Projeto: KTA Arquitetura / Foto: Inês Antich)


Em uma residência, banheiro é considerado um dos locais mais delicados, pois o contato com a água favorece condições de queda. Barras de apoio, pisos antiderrapante na área do box, cadeiras de banho e bacias sanitárias mais altas são oferecidas pela alemã Duravit, que ainda dispõe de uma linha de bacias sanitárias com iluminação noturna, tornando o trajeto até elas mais seguro.



Ambiente com produto Duravit (Foto: Divulgação)


Prevendo a máxima segurança, a arquiteta Ana Yoshida inclui a iluminação balizadora no trajeto entre o quarto e o banheiro.


Projeto: Ana Yoshida Arquitetura e Interiores





Studio Cris Paola
Tel. (11) 3071-2888


KTA Arquitetura
Arquitetas Ana Cristina Tavares e Claudia Krakowiak Bitran
Tel.: (11) 3045-2443




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