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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Oncoplastia é ferramenta vital para o câncer mamário



Especialista alerta para a importância da reconstrução da mama


O câncer de mama é o tipo de tumor que mais acomete as mulheres no Brasil e no mundo. De acordo com o INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva), dos casos que surgem por ano, 25% são câncer de mama, atrás somente do tumor de pele não melanoma. Entre os homens também há incidência da doença, mas são casos raros.

A oncoplastia ou reconstrução mamária vem auxiliando no tratamento contra o câncer. Essa área da mastologia usa a técnica para melhorar consideravelmente a estética da mama. As mulheres que passam pelo procedimento têm aumento significativo da autoestima e aprovam o método e o resultado.

As mamas têm uma importância simbólica muito característica para a mulher, pois elas, muitas vezes, possuem uma relação fundamental com a feminilidade, sexualidade e o bem-estar físico feminino. A mastectomia - cirurgia para a retirada total ou parcial da mama para tratar o tumor mamário - pode interferir drasticamente no psicológico e na vida de uma mulher com esse tipo de câncer, por isso, o procedimento cirúrgico para a reconstrução se tornou essencial para muitas pacientes.

“O tratamento vem ganhando espaço na mídia devido ao seu caráter inovador e benéfico.  As técnicas para reconstrução variam e não há um método ideal, mas sim, o mais adequado para cada caso. As próteses ou expansores são algumas das técnicas utilizadas que têm como objetivo preencher a mama com implantes de silicone ou solução salina. Outros métodos utilizam retalho de pele e gordura da região do dorso (costas) e do abdome, abaixo da linha do umbigo”, explica a mastologista Drª Milca Chade. Segundo ela, o conhecimento sobre as técnicas é fundamental e indispensável, principalmente para os profissionais da área, uma vez que são poucos os mastologistas que fazem o procedimento.

A Oncoplastia possui um leque grande de procedimentos, não só para reconstrução da aréola e mamilo, mas também com enxerto de gordura para correção de anormalidades na mama. Ao optar por uma ou outra cirurgia oncoplástica, deve-se levar em conta a individualidade da mulher, ou seja, considerar o tipo de formato da mama, as possíveis complicações e, indispensavelmente, ter em mente as expectativas das pacientes.





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