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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Especialista desmitifica o uso do crédito consignado



Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli, orienta e tira dúvidas sobre a modalidade


O empréstimo consignado está em alta nos últimos meses. De acordo com o Banco Central, a busca pelo serviço aumentou 22% neste primeiro trimestre. Mas afinal, o que é o crédito consignado? A modalidade é um empréstimo com pagamento indireto, cujas parcelas são descontadas no contracheque ou de benefícios do INSS. Os juros menores também são outra peculiaridade deste serviço.

O diretor executivo da Vazoli, Eric Vaz de Lima, separou algumas dicas e sanou dúvidas sobre a contratação da modalidade.


1) Faça o planejamento das dívidas: Colocar as contas na ponta do lápis contribui para não comprometer as despesa fixas e capacidade de consumo.

2) Avalie as taxas de juros bancárias: O crédito consignado possui como característica os juros menores. Avalie e entenda os juros que serão acrescentados na dívida. O valor do empréstimo inclui o montante solicitado e as taxas.

3) Analise a real necessidade do crédito: É importante levar em consideração a necessidade do dinheiro para o momento, além de observar a escolha do plano para efetivar o serviço.

4) Contratação de um ou mais empréstimo consignado: Esta dúvida é frequente para quem busca a modalidade. Ter mais de uma contratação é possível desde que o valor não ultrapasse a margem consignável estipulada pelo Banco Central que é de 30% do total do salário ou benefício.

5) Em caso de demissão: Caso seja demitido antes de quitar as parcelas do empréstimo, o valor deverá ser pago integralmente. Se isto não ocorrer, o saldo restante será convertido para um empréstimo pessoal que possui taxas mais altas. O FGTS também pode ser utilizado como garantia se acontecer demissão.

6) Lugares que oferecem o serviço: Funcionários de empresas privadas podem contatar o setor de recursos humanos e solicitar os locais conveniados para realizar o empréstimo, como a Vazoli. Aposentados, servidores públicos e pensionistas do INSS podem ir aos bancos ou em financeiras.



 

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