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terça-feira, 30 de junho de 2015

8 alimentos que ajudam a manter imunidade no inverno




Cogumelo, chá verde, alho e batata yacon, entre outros, ajudam a evitar ataques de vírus e bactérias durante a estação

A chegada do inverno aumenta as chances de contrair doenças respiratórias. A combinação de ar seco e frio e a variação de temperatura é responsável por baixar a imunidade do corpo. Por isso a saúde precisam de atenção redobrada durante a estação para reforçar a imunidade contra o ataque de vírus e bactérias, que causam resfriados, faringites, gripes e pneumonias.  Estas doenças são mais comuns no inverno, pois as pessoas costumam permanecer mais tempo em locais fechados e sem ventilação.

A nutricionista Paula Vasconcelos, da Nature Center (www.naturecenter.com.br), explica que uma alimentação balanceadas auxiliará na manutenção da imunidade alta. As refeições devem conter legumes, verduras e frutas, sobretudo aquelas ricas em vitamina C. A ingestão de líquidos ajuda na hidratação e evita que as vias aéreas fiquem ressecadas e forme feridas, que são portas de entrada para doenças. Associado a isto, alimentos funcionais também podem reforçar a proteção do organismo por reunir muitos destes componentes importantes para manutenção da imunidade.

A nutricionista da Nature Center preparou uma lista de alimentos que ajudam a manter a imunidade alta.

·        Oleoginosas: Castanha do Pará, pistache e amêndoa são alimentos ricos em selênio, substância anti-oxidante, e em gordura mono e poli-insaturada, que diminui o colesterol ruim (LDL) e eleva o colesterol bom (HDL). Além disto, evita hipoglicemia.
·        Alho: Possui ação anti-inflamatória e anti-infecciosa devido à substância ativa alicina. De preferência o alho deve ser consumido esmagado ou cru. Ainda há a opção do óleo de alho em cápsulas.
·        Chá verde - Pessoas que bebem chá verde (www.naturecenter.com.br/cha-verde-ct-122-293394.htm) têm imunidade fortalecida. Isto ocorre porque o chá contém uma propriedade que impede que vírus e bactérias de se instalarem nas paredes celulares. Esta propriedade ainda protege o organismo contra outros problemas como disenteria, indigestão, diarréia, entre outros.
·        Peixe - Alimento rico em ômega 3, ácido graxo encontrado em peixes como atum, sardinha e salmão e que é um grande aliado do sistema imune, além de prevenir doenças cardíacas e alguns tipos de câncer. Muitas pessoas não gostam de peixe, mas ômega 3 pode ser encontrado em alimentos funcionais, como Óleo de Peixe.
·        Cogumelo Shitake - Este cogumelo aumenta a produção dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, melhorando assim a imunidade do corpo.
·        Frutas cítricas: Limão, laranja, kiwi, tangerina, acerola, entre outros, são ricos em vitamina C. Com propriedades anti-inflamatórias, as frutas cítricas aumentam a produção de células de defesa, promovendo maior resistência ao organismo.
·        Gengibre: Com propriedades anti-inflamatórias e anti-oxidantes, devido ao princípio ativo gengirol, melhorando o sistema imunológico.
·        Batata yacon: Rica em fibras, estimula a flora bacteriana intestinal, o que aumenta a imunidade do organismo. Também conhecida com insulina natura, a bataca yacon reduz os níveis de glicose no sangue.

Além de ingerir alimentos que fortalecem a imunidade e evitar hábitos que podem facilitar o trabalho de vírus e bactérias, é importante também evitar alimentos e rotinas que podem baixar a imunidade:
 
·        Exercícios são ótimos para o organismo, mas a prática com alta intensidade e de alta duração podem fragilizar o sistema imunológico
·        Consumo regular de açúcar, sobretudo o refinado, prejudica o sistema imunológico, pois enfraquece a capacidade das células brancas, responsáveis por destruir as bactérias.
·        Excesso de peso aumenta o risco de infecções
·        A ingestão de gordura faz com que a atividade das células protetoras seja reduzida, comprometendo o sistema imunológico.
·        Baixo peso deixa o organismo fraco e vulnerável
·        Estresse enfraquece as defesas do organismo, facilitando as infecções
  • Dormir bem é essencial para manter a saúde. A falta de sono e noites mal dormidas aumentam o nível de estresse, reduzindo a imunidade natural do organismo

Tudo que você precisa saber sobre vacinação antes de viajar para as férias de julho




Julho chegou e muitas pessoas vão fazer as malas para viajar e curtir as férias. E você sabia que, segundo a Organização Mundial do Turismo, muitas das chamadas "doenças emergentes" surgidas nos últimos 50 anos estão relacionadas com a circulação de pessoas e materiais? Por isso, para realmente aproveitar o período de descanso e não ter que se preocupar com problemas de saúde, é importante se atentar a alguns pontos. Confira abaixo tudo que você precisa saber sobre vacinação antes de viajar para as férias de julho.
- Antes de realizar uma viagem, é essencial consultar um médico especialista em medicina do viajante para conhecer os possíveis riscos sanitários do destino escolhido e receber as imunizações aconselháveis para prevenir doenças. Além do país visitado, o esquema de vacinação deve ser personalizado e adaptado de acordo com o histórico do viajante, idade, condições de saúde, o tipo de viagem, a duração e em quanto tempo deverá partir para o destino.
- Como a resposta imune a vacinação varia conforme o tipo de vacina, o número de doses necessárias e se foram administradas imunizações prévias, aconselha-se fazer a consulta médica entre 4 e 8 semanas antes da viagem.
- Caso a viagem não tenha sido planejada com tanta antecedência, fique tranquilo.  Mesmo assim existe a possibilidade de obter orientação e possivelmente algumas vacinas também. Além disso, atualmente existe uma série de vacinas combinadas que oferecem proteção contra mais de uma doença e facilitam a aplicação por meio da administração de várias vacinas simultaneamente em uma única injeção.
- As vacinas para viajantes incluem: as que são utilizadas em programas de vacinação nacionais, as indicadas para países ou áreas que apresentam risco de doença e as que são obrigatórias em algumas situações conforme a Regulamentação Sanitária Internacional.
- Se atente às vacinas administradas na infância. Elas requerem uma ou várias doses periódicas para manter níveis eficazes de imunidade durante toda a vida e alguns adultos podem não ter se vacinado nunca. Doenças como a difteria e a poliomielite, que já não ocorrem na maioria dos países industrializados, podem manifestar-se nos países visitados pelo viajante. Além das doses de reforço, as vacinas também deverão garantir aos habitantes de zonas endêmicas que viajam para regiões não endêmicas a prevenção da introdução ou reintrodução de doenças como a poliomielite, febre amarela, sarampo ou rubéola.
- Vacina contra febre amarela: atualmente, a vacina é obrigatória, conforme o Regulamento Sanitário Internacional e, em alguns países, um pré-requisito para a entrada no local. O Certificado Internacional de Vacinação contra a Febre Amarela é válido a partir de 10 dias após a vacinação primária e, embora não seja necessário reforço, alguns países podem exigi-lo.
- Vacina tetravalente ou contra doença meningocócica também é recomendada. Em 2012, no Chile, por exemplo, houve um surto da doença que pode matar em apenas 24 horas após a manifestação dos sintomas.
- Vacina contra a poliomielite: alguns países livres da pólio podem exigir que os viajantes procedentes de países ou zonas com notificação do vírus submetam-se à imunização para obter o visto de entrada.  
- Vacina tríplice viral ou contra sarampo, caxumba e rubéola: em alguns países, como nos Estados Unidos, recomenda-se que todos os viajantes com mais de 6 meses estejam protegidos.
- Demais vacinas que podem ser exigidas: cólera, tétano, coqueluche, hepatite A e B, gripe, raiva, febre tifoide e varicela, entre outras.
- As viajantes grávidas pertencem a um grupo especial. As vacinas vivas, como a tríplice viral e contra varicela e febre amarela, são contraindicadas durante a gravidez. Já as vacinas à base de organismos mortos ou inativados, como as da gripe, polissacarídeos, cólera, hepatite A e B inativadas, tétano e tetravalente podem ser tomadas de acordo com orientação médica.
- Nos idosos, é importante verificar se foram vacinados e, em caso negativo, oferecer uma série primária completa de vacina contra difteria, tétano, poliomielite e hepatite B, além da gripe. Aqueles que não estão imunizados contra a hepatite A também devem receber a vacina antes de viajar para países em desenvolvimento onde existe maior risco de contrair a doença.
- Os idosos com doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares ou respiratórias devem sempre estar vacinados contra gripe. Recomenda-se que sejam evitadas as vacinas contra sarampo, oral contra a pólio, febre amarela, varicela e BCG. Caso a viagem seja para algum país que exija a vacinação contra a febre amarela, deve-se apresentar um certificado médico que justifique a exceção.

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