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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Skaf prevê queda de 5% da indústria em 2015






PIB cai no primeiro trimestre, e erros do governo vão manter a queda

O IBGE divulgou nesta sexta o resultado do PIB no primeiro trimestre de 2015. O PIB caiu 0,2% em relação ao último trimestre do ano passado e 1,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2014.
Os dados da indústria de transformação foram ainda mais negativos. A queda foi de 1,6% em relação ao último trimestre do ano passado e de 7% sobre o primeiro trimestre de 2014.
“Os dados do IBGE confirmam o que nós já sabíamos. O primeiro trimestre foi ruim, mas o mais grave é que a situação não para de piorar. Os indicadores do segundo trimestre, tanto do IBGE quanto da Fiesp, mostram um agravamento da retração”, diz Paulo Skaf, presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). O PIB deve fechar o ano com queda de 2%, e a indústria deve cair 5%.
Nesse cenário de forte retração, o governo ainda defende o aumento da arrecadação sobre a indústria, ampliando em 150% a alíquota de contribuição previdenciária sobre o faturamento.
A necessidade do ajuste fiscal é inquestionável, mas o governo tem que fazê-lo a partir do corte dos seus gastos, e não do aumento dos impostos para a sociedade. “As pessoas não aceitam aumento de impostos”, afirma Skaf.
O governo anunciou na semana passada um contingenciamento de R$ 69,9 bilhões das despesas. Só que na verdade os gastos estão crescendo, mesmo com esse corte, que define um teto para 2015 de R$ 1,103 trilhão nas despesas. Esse valor é 7% maior que o do ano passado. No ritmo atual, a arrecadação vai fechar o ano em R$ 1,078 trilhão, gerando déficit de R$ 25 bilhões. “O governo precisa diminuir seus gastos para atingirmos o equilíbrio fiscal”, afirma Skaf.
Há muito espaço para redução das despesas públicas. Mais de R$ 450 bilhões serão pagos em juros neste ano. “O governo gasta mal, desperdiça e quer aumentar os impostos. Precisa dar o exemplo para a sociedade, administrando corretamente o dinheiro que sai do bolso dos brasileiros”, declara Skaf.

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Foto de Luisa Mell.

Perigosa combinação: cigarro e anticoncepcional






Tomar pílula anticoncepcional e fumar aumenta em 30 vezes o risco de desenvolver

trombose, entre outras doenças



Dia 31 de maio é comemorado o Dia Mundial de Combate ao Fumo e neste dia é importante alertar para uma perigosa e silenciosa combinação: cigarro e pílula anticoncepcional. O cigarro, individualmente, já traz diversos problemas de saúde, principalmente os ligados ao coração e à circulação do sangue pelo corpo. Para as mulheres, ser fumante e tomar pílula anticoncepcional podem levar a graves problemas de saúde, tais como a trombose, infarto, AVC e derrame. Segundo a ginecologista e obstetra, Maria Elisa Noriler, há um aumento em até 30 vezes de desenvolver trombose, por exemplo. "O uso do anticoncepcional ativa alguns fatores da coagulação e uso do cigarro por causa de várias substâncias tóxicas, que vão se depositando na parede dos vasos e formando placas rígidas de ateroma (uma formação composta de gordura, células inflamatórias e cálcio, que podem estreitar a passagem do sangue)", explica.

É necessário que todo ginecologista alerte suas pacientes sobre os riscos desta combinação, pois há outras opções de anticoncepcionais menos perigosos para quem é fumante, como o DIU de cobre. "É recomendado sempre que se pare de fumar, pois os danos para a saúde são imensos, além do que, causa mais de 40% das mortes de mulheres com menos de 65 anos. Mas no caso de recusa, é possível adequar melhor a contracepção e tentar diminuir os danos", orienta Maria Elisa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, as mulheres acima dos 35 anos sofrem mais com efeito dessa combinação, principalmente se a pílula tiver estrógeno e progesterona em sua formulação. "O estrogênio está envolvido na formação de placas de gordura que se formam nas paredes dos vasos, além da pílula modificar a estrutura destas gorduras. Com o cigarro a situação piora, causando inflamação nas paredes dos vasos", explica o cirurgião cardíaco da Beneficência Portuguesa, Marcelo Sobral.

Mulheres hipertensas também podem ser proibidas pelos especialistas de tomar pílula anticoncepcional se forem fumantes, pois as chances de complicações aumentam, principalmente, na região vascular. "O cigarro também faz com que a pílula gere uma modificação nos lipídios, nos triglicerídeos e no colesterol da mulher", alerta Sobral, que completa concordando com a ginecologista ao afirmar que o melhor para a saúde, tanto da mulher quanto do homem, é abandonar o vício.

Cuidados com instalação de fogão e o uso do gás




Medidas simples podem evitar acidentes; caso o consumidor tenha dificuldade, o ideal é acionar um técnico especializado
Depois de adquirir um fogão novo, o consumidor deve ter bastante cuidado com sua instalação. Os fogões domésticos foram projetados para serem instalados pelo próprio cliente, porém, algumas dicas são fundamentais para evitar um acidente.
A primeira preocupação antes da instalação deve ser com a parte elétrica. A tomada em que o fogão será plugado deve estar em perfeito estado e não é recomendado o uso de benjamins, extensões ou ligações improvisadas na fiação que ligará o fogão à tomada e a rede elétrica precisa estar aterrada de acordo com a Norma Brasileira NBR 5410.
Se o fogão for de piso, é preciso lembrar-se de manter uma distância de 10 cm da parede e dos objetos laterais, para que o ar circule livremente. Na parte de cima, onde ficam as bocas, o ideal é deixar um espaço de 70 cm, para que a tampa de vidro seja aberta livremente.
A distância entre a mangueira e o fogão também deve ser levada em conta. A mangueira deve ter, no máximo, 1,25m de comprimento. Depois de instalado, é importante conferir se não há escapamento de gás. Uma dica é abrir o regulador de pressão e passar um pouco de espuma de sabão em todas as conexões que foram instaladas. Caso forme bolhas, feche o registro e refaça a instalação.
“Os fogões da Dako foram projetados para serem facilmente instalados. Nossa proposta é oferecer ao cliente qualidade e praticidade”, afirma o Gerente de Serviços ao Cliente da Dako, Paulo Nitoli. Porém, ele ressalta que caso o consumidor tenha dúvidas e não se sinta seguro para fazer a instalação, é recomendado procurar um técnico para auxiliá-lo. “Na dúvida, é sempre bom consultar um técnico especializado”, comenta o Gerente.
Tipos de gás
Os gases usados nas casas são o GLP (gás liquefeito de petróleo) e o GN (gás natural). Todos os fogões são fabricados para serem usados com GLP. Caso o cliente use o GN, é preciso que o serviço autorizado do fabricante do fogão seja chamado para fazer as adaptações necessárias. O serviço normalmente é gratuito, quando realizado dentro do prazo de garantia e se for a primeira instalação.
Evitando acidentes
Através de medidas simples é possível evitar o vazamento de gás – principal culpado por acidentes de gás de cozinha.  Ele pode provocar explosões, incêndios, queimaduras ou asfixia, por isso deve ser evitados através de medidas simples.
Se o vazamento persistir mesmo com a instalação correta do botijão, não acione interruptores elétricos, não ligue aparelhos elétricos, não acenda fósforos ou isqueiros e não fume no ambiente. Leve o botijão para fora da residência e chame imediatamente a empresa que entregou o gás.

Denúncias de violência contra idosos crescem 230% nos últimos quatro anos




Negligência, violência psicológica e abuso financeiro concentram a maioria das denúncias
Segundo dados da Secretaria de Direitos Humanos, o número de denúncias de violência contra idosos cresceu 230% nos últimos quatro anos. Os últimos números disponíveis do Disque 100, serviço de denúncias anônimas, apontam 27.178 denúncias envolvendo essa população em 2014. Segundo o diretor do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (CRESS-SP), Fábio Rodrigues, o montante real de casos de violência deve ser muito maior, já que nem sempre é feita a denúncia.
“Muitas vezes, os agressores são os próprios familiares, que moram na mesma residência que o idoso. Diversos fatores contribuem para o silenciamento, desde vergonha e chantagem até déficit cognitivo, isolamento social ou mesmo dependência. Essas vítimas podem se sentir responsáveis pelos problemas familiares, preferindo sofrer a reivindicar seus direitos ou melhores condições de vida”, explica o assistente social.
Radiografia da violência
Os últimos dados da Secretaria mostram que as denúncias de negligência concentram 38% do total, seguidas por violência psicológica (27%), abuso financeiro e econômico (19%) e violência física (13%). A preponderância desses tipos de casos, explica o diretor do CRESS-SP, está ligada à realidade brasileira, historicamente associada ao desamparo por parte do poder público. Ele lembra que consta no Estatuto do Idoso, Art. 10 do Cap II, a obrigação do Governo de garantir a participação do idoso na vida familiar e comunitária.
“Em um Estado ausente, que mantém a população em aspectos mínimos de condições de trabalho, saúde, educação, moradia e qualidade de vida, a negligência se torna comum. Essa condição está associada à falta de acesso a direitos. Dessa forma, seu enfrentamento deve ser alvo de políticas públicas”, diz Rodrigues.
Os dados mostram que os próprios filhos são os suspeitos em mais de metade das denúncias realizadas em 2014, somando 51% do total, seguidos por casos em que os agressores não são identificados (11%) e netos (8%).
Condições precárias
Ainda para o diretor do CRESS-SP, as políticas existentes são insuficientes para atender a população idosa. Ele cita os serviços públicos de saúde como um exemplo: “Falamos de hospitais com poucos leitos, instituições de longa permanência com baixo número de vagas e um quase inexistente atendimento na internação domiciliar. A rede de serviços e equipamentos sociais é precária e há poucos profissionais geriatras e gerontólogos para atender os idosos”.
Essa falta de alternativas, combinada à instabilidade econômica, torna o abandono de idosos em hospitais e instituições uma prática comum. Sem terem um Estado presente a quem recorrer, muitos familiares enxergam essa opção como única alternativa possível.
Enfrentando o problema
Quando analisado sob a perspectiva do envelhecimento da população, com o prolongamento progressivo da expectativa de vida propiciado pelos avanços da medicina, o problema da violência contra o idoso ganha maiores proporções. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos até 2025.
“A sociedade precisa se preparar para o envelhecimento. É necessário realizar campanhas e criar mecanismos para garantir os de direitos da população idosa, tema já em discussão no âmbito legal, mas ainda pouco efetivado nas políticas sociais, em especial no tripé da Seguridade Social (Previdência Social, Saúde e Assistência Social). Isso é fundamental para que essa população, trabalhadores e trabalhadoras que sofrem diretamente com os impactos da precária política previdenciária, vivam com dignidade. É notório que as medidas de ajuste fiscal atualmente operadas pelo Governo são um verdadeiro ataque que acaba deixando essas pessoas cada vez mais expostas à pobreza e à vulnerabilidade e risco sociais”, finaliza o diretor do CRESS-SP.

Hipnose e Gestação






A gravidez é uma experiência extremamente pessoal que provoca diversas sensações como alegria, ansiedade, medo do parto, excitação, insônia, sono excessivo. A hipnose na gestação (hipnoterapia) pode auxiliar a gestante a criar e desenvolver atitudes mais saudáveis como aprender a relaxar, eliminar ideias negativas sobre a gravidez, remover o medo do parto, diminuir a ansiedade, reduzir o stress do dia a dia, desenvolver o auto controle e aprender a relaxar na hora do parto.

O treinamento pré-natal pela hipnose é realizado primeiramente em uma avaliação inicial para conhecer as áreas de vida pessoal da gestante e verificar as crenças disfuncionais a respeito da gravidez e verificar o seu nível de ansiedade.

Após o período da avaliação inicial, as consultas de hipnoterapia da gestação ocorrem uma vez por semana com uma hora de duração. A cada final de sessão de hipnoterapia, a paciente recebe um cd com músicas para relaxamento, que ajudam a diminuir a ansiedade. E no decorrer das sessões, a paciente aprende a auto hipnose para treinar e realizar na hora do parto para relaxar e diminuir a ansiedade.

São várias as vantagens da hipnoterapia durante a gravidez:

1) Controlo do peso corporal
As alterações hormonais que acontecem na gravidez também alteram muito o apetite. Sem contar que muitas grávidas recorrem à comida como uma forma de alcamar o nervosismo, stress ou ansiedade de períodos difíceis. A Hipnose actua diminuindo muito a ansiedade que é uma das causas principais da compulsão pela comida. Aumenta também a motivação e a disciplina, melhorando o paladar e reprogramando hábitos e comportamentos alimnetares. Como a Hipnose trabalha diretamente o inconsciente, consegue reprogramar a grávida para uma alimentação mais saudável, ajudando a atingir o ganho de peso ideal. É um suporte excelente para reeducação alimentar durante a gravidez e para processos de emagrecimento ou de limitar o consumo excessivo de refrigerantes ou doces – e até mesmo diminuir os impulsos estranhos por alguns alimentos que podem surgir nesta altura da vida de uma mulher.

2) Diminuir as dores durante a gestação e o parto A Hipnose tem um excelente resultado na gestão da dor, sejam essas dores agudas ou crónicas Depois do despiste e tratamento das causas orgânicas, consegue-se através da hipnose um suporte para controlar e diminuir muito as dores que surgem durante a gestação de forma natural. É possível diminuir a intensidade e até diminuir a dose ou retirar a necessidade de medicamentos analgésicos ou anestésicos. A Hipnose, que ao ser ensinada durante as consultas à grávida é na verdade Auto-Hipnose, trabalha a percepção da dor que chega ao cérebro e pode ser utilizada também durante o momento do parto para relaxar a musculatura, tendo também um efeito anestésico. Há vários estudos realizados que atestam a eficácia da hipnose durante o parto.

3) Trabalhar medos, fobias e fantasias durante a gravidez Muito do que se passa durante a gravidez depende directamente da ideia, das crenças,  que se têm desse período. Muitas das crenças, mitos e fantasias persistem por várias gerações e fazem com que a gestante passe por medos que são infundados. Quem nunca ficou preocupada por causa de algo que a avó ou a vizinha contaram, ou de alguma história que leu? A Hipnose consegue trabalhar esses pensamentos, ressignificando tudo o que se manifesta em forma de medos e fobias, permitindo que o cérebro fique mais focado e tranquilo. Na hipnoterapia é possível criar expectativas positivas e diminuir bastante a ansiedade e o nervosismo que acompanham a gravidez e a ideia do parto.

4) Insônias
Algumas grávidas passam por períodos de alteração da qualidade e de quantidade do sono. As mudanças hormonais e fisicas no corpo da mulher podem de facto tornar o sono muito leve ou agitado. A Hipnose trabalha o relaxamento profundo, levando a um sono cada vez mais tranquilo. É uma excelente aliada contra a insónia, a partir do momento em que a grávida aprende a ficar tranquila e relaxada de uma forma rápida, sentindo-se protegida.

5) Controlo de vómitos (Hiperemese Gravídica) Aproximadamente uma em cada 500 gestantes sofre com vómitos principalmente no início da gravidez. De forma a melhorar o sistema gastrointestinal, a Hipnose tem sido utilizada para controlar as náuseas e os vómitos e os pensamentos negativos associados à alimentação durante a gravidez (e também para efeitos adversos de tratamentos como o da quimioterapia). Recentemente, na Inglaterra, Kate Middleton recorreu à hipnoterapia para melhorar os vómitos severos que tinha durante a gravidez.

6) Diminuição e tratamento da Depressão Pós-Parto A utilização da Hipnose é muito eficiente para melhorar a qualidade de vida, diminuir o número de complicações causadas pela ansiedade e ter assim um bébé mais saudável. Num estudo de 2001, o psicólogo Paul Schauble comprovou que além disso houve também a melhoria na pressão arterial, nos níveis de stress, no controle das oscilações de humor e diminuição da depressão pós-parto. Neste caso, o trabalho é focado em aumentar a confiança e a autoestima da futura mãe, fortalecendo o elo de ligação com o bébé, de forma centrada e tranquila.


 Francys Tomazzo -  psicóloga especializada em terapia cognitiva e hipnose