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quinta-feira, 30 de abril de 2015

Qual é o valor da Educação num país que violenta seus professores?




            Infelizmente, os governadores liderados por São Paulo, violentam seus professores com reformas e mais reformas. Sempre com o objetivo de reduzir os gastos com a educação. Sempre atendendo ao interesse da iniciativa privada.
            São ações deliberadas para destruir a principal instituição do país. Isto acontece, em São Paulo desde Paulo Maluf.
            As ações são muitas que confundem os cidadãos de bem. A consequência é uma sociedade cada vez mais violenta com a perda dos valores éticos, estéticos, morais, religiosos, etc. (fragilizar a escola é destruir a sociedade). A violência geométrica é consequência da degradação do sistema escolar.
            As ações contra o sistema escolar forma um enorme exército de reserva do crime organizado e consequentemente fechamento de escolas para construção de presídios.
            Para provar a destruição do sistema escolar paulista vamos mostrar os seguintes dados:
a)      Para recompor o salário do PEB-II, no período de Paulo Maluf ao presente. É necessário um reajuste salarial de 300%;
b)      Para recompor o salário, no período de Mário Covas ao presente. É necessário um reajuste de 42%.
c)      Para cumprir a meta 17 do Plano Nacional da Educação, que é Lei Federal. É necessário um reajuste de 75%.

Os governos de São Paulo foram e são os mais truculentos do país, tendo em vista que paulatinamente reduziram a importância do professor paulista. Os professores, no decorrer dos últimos quarenta anos, no estado de São Paulo perderam salário, condições de trabalho, respeito dos alunos e dos pais. Tiraram dos professores até o direito de avaliar o aluno para promoção ou retenção. Não existe sequer um regimento disciplinar. Como educar um aluno que possui transtornos comportamentais? A indisciplina escolar permissiva é um passo para a marginalidade.
As ações violentas contra os professores do Paraná foram executadas por José Serra quando governador pelos mesmos motivos (criação do SPPREV).
As alegações do governo paulista são sempre mentirosas. Enganam a sociedade, os alunos e até professores menos engajados.
A greve atual dos professores paulistas é para que o Geraldo Alckmin cumpra a meta 17 do PNE, ou seja: queremos que o governo cumpra a Lei. (75% de reajuste num plano como estabelece a Lei).
A situação ficará mais tensa quando os nossos algozes mandarem as reformas do Estatuto do Magistério para a ALESP como já tentaram fazer em pleno processo eleitoral.   Quem viver. Verá!
Professor Estadual, caso você não reaja, sua situação vai piorar, ainda mais. O processo de destruição da escola pública continua em pleno vigor.
Profº Juvenal de Aguiar – Diretor Estadual da APEOESP.

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